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Explore a bacia Pernambuco

CONHECENDO A BACIA

As rochas representadas nos modelos 3D deste site estão inseridas na Bacia Pernambuco, localizada na borda oriental da Província Borborema, um antigo escudo pré-cambriano moldado por colisões continentais que formaram o supercontinente Gondwana. A configuração dessa bacia foi fortemente herdada das antigas falhas e zonas de cisalhamento desse embasamento.

A história da bacia começa no período Cretáceo (há cerca de 100 milhões de anos), com a fragmentação do Gondwana e a consequente abertura do Oceano Atlântico Sul. Esse processo de estiramento da crosta (fase rifte) gerou espaço para a deposição de sedimentos continentais (Formações Cabo e Suape) e abriu caminho para um intenso magmatismo, representado pelas rochas da Suíte Magmática Ipojuca – SMI.

À medida que os continentes se afastavam, a região sofreu uma incursão marinha (fase pós-rifte), registrando a transição de ambientes fluviais para mares rasos, onde se depositaram os carbonatos da Formação Estiva. Hoje, os afloramentos da SMI, no litoral sul, são registros estratégicos desse magmatismo que moldou a costa pernambucana, constituindo um patrimônio fundamental para estudos de geoconservação.

Aqui você poderá explorar alguns modelos 3D das rochas ígneas da SMI, aproveite a viagem virtual!

LOCALIZAÇÃO DOS AFLORAMENTOS

LOCALIZAÇÃO DOS AFLORAMENTOS

Ponte dos carvalhos

A presente amostra é de composição traquítica e de textura afanítica. Apresenta estrutura maciça, contendo fenocristais de minerais máficos oxidados e microfenocristais de quartzo e sanidina dispersos em matriz fina. Ainda, apresenta foliação planar localmente.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

 

A presente amostra é de composição traquítica e possui coloração cinza. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo fenocristais prismáticos de epidoto imersos em uma matriz fina.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

 

A presente amostra é de composição traquítica e possui coloração cinza. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo fenocristais prismáticos de epidoto imersos em uma matriz fina.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra é de composição traquítica e possui coloração naturalmente cinza, mas se encontra muito intemperizada, o que lhe confere uma tonalidade rosada. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo fenocristais prismáticos de epidoto imersos na matriz fina.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

morro baobá

A presente amostra é de composição riolítica, possuindo uma coloração esbranquiçada. A rocha possui uma textura porfirítica e estrutura maciça. Ainda, apresenta fenocristais de feldspato e quartzo imersos em uma matriz afanítica.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

Litologia: Riolito.

A presente amostra de rocha possui alternância de coloração, com intercalações de material branco.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra é de composição riolítica e apresenta coloração clara.  É uma rocha variegada, caracterizada por intercalações entre a matriz e fraturas preenchidas por solos de coloração branca, material que também preenche as juntas colunares do ambiente de origem.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra é de composição riolítica e possui coloração cinza-clara.  Apresenta granulação média e textura porfirítica, constituída por quartzo e feldspato, com a presença de amígdalas. Ainda, localmente, apresenta dendritos de manganês.

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

granito do cabo

A presente amostra foi coletada de um dique que corta as rochas encaixantes (graníticas) da seção nordeste do Granito do Cabo. Sua composição é riolítica e possui uma coloração cinza escura. Apresenta textura afanítica e estrutura maciça, podendo ser identificados microfenocristais de quartzo e minerais máficos.  

A presente amostra é de composição granítica, possuindo coloração bege ou esbranquiçada. Apresenta uma textura que varia de grossa à média (inequigranular), composta por fenocristais de quartzo e feldspato alcalino, também sendo possível identificar agregados de minerais máficos de coloração verde, além de minerais opacos.

A presente amostra é de composição granítica, possuindo coloração bege ou esbranquiçada. Apresenta uma textura que varia de grossa à média (inequigranular), composta por fenocristais de quartzo e feldspato alcalino, também sendo possível identificar agregados de minerais máficos de coloração verde, além de minerais opacos.

A presente amostra foi coletada de um dique que corta as rochas encaixantes (monzonitos) da seção sudeste do Granito do Cabo. Sua composição é riolítica e possui uma coloração cinza clara, mas apresenta algumas partes oxidadas. Sua estrutura é maciça, podendo ser identificados fenocristais de quartzo.

A presente amostra é de composição monzonitica, possuindo coloração cinza muito escura, mas apresenta algumas partes oxidadas. Ainda, apresenta uma textura porfirítica, constituída por minerais de plagioclásio, ortoclásio, anortita, biotita e quartzo, também sendo possível identificar minerais opacos.

A presente amostra é de composição monzonitica, possuindo coloração cinza muito escura, mas apresenta algumas partes oxidadas. Ainda, apresenta uma textura porfirítica, constituída por minerais de plagioclásio, ortoclásio, anortita, biotita e quartzo, também sendo possível identificar minerais opacos.

neck de ipojuca

A presente amostra foi extraída de uma disjunção colunar da feição superior de seu afloramento de origem. É de composição riolítica e possui coloração clara. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo microfenocristais de quartzo, clinopiroxênio e minerais opacos imersos em uma matriz fina. 

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra é uma disjunção colunar extraída da feição superior de seu afloramento de origem. É de composição riolítica e possui coloração clara, coberta por uma camada bastante intemperizada. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo microfenocristais de quartzo, clinopiroxênio e minerais opacos imersos em uma matriz fina, semelhante à outras amostras de mesma origem. 

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra é uma disjunção colunar extraída da feição superior de seu afloramento de origem. É de composição riolítica e possui coloração clara, coberta por uma camada bastante intemperizada. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo microfenocristais de quartzo, clinopiroxênio e minerais opacos imersos em uma matriz fina, semelhante à outras amostras de mesma origem. 

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

A presente amostra foi extraída de uma disjunção colunar da feição inferior de seu afloramento de origem. É de composição riolítica e possui coloração clara. Apresenta uma textura afanítica e estrutura maciça, contendo microfenocristais de quartzo, clinopiroxênio e minerais opacos imersos em uma matriz fina. 

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

Ilha de santo aleixo

A presente amostra é de composição riolítica e possui coloração cinza esverdeada. Apresenta uma textura que varia de afanítica a afírica mas, localmente, também vítrea. Possui uma estrutura  maciça e apresenta foliação planar, contendo cristais de sanidina (tabulares de coloração que varia de branca a rósea), cristais de quartzo (transparentes, anédricos e com formas arredondadas) e cristais opacos (não euédricos, geralmente fortemente oxidados).

A presente amostra é de composição riolítica e possui coloração cinza esverdeada. Apresenta uma textura que varia de afanítica a afírica mas, localmente, também vítrea. Possui uma estrutura maciça, não apresentando foliação e contendo cristais de sanidina (tabulares de coloração que varia de branca a rósea), cristais de quartzo (transparentes, anédricos e com formas arredondadas) e cristais opacos (não euédricos, geralmente fortemente oxidados).

A presente amostra é de composição riolítica e possui coloração cinza esverdeada. Apresenta uma textura que varia de afanítica a afírica mas, localmente, também vítrea. Possui uma estrutura maciça, não apresentando foliação e contendo cristais de sanidina (tabulares de coloração que varia de branca a rósea), cristais de quartzo (transparentes, anédricos e com formas arredondadas) e cristais opacos (não euédricos, geralmente fortemente oxidados).

engenho sibiró

A presente amostra é de composição basáltica, possuindo coloração preta. Apresenta uma textura que varia de afírica a vitrofírica e, localmente, apresenta também fenocristais máficos de clinopiroxênio imersos em uma matriz fina.

terramares

A presente amostra é de composição basáltica e possui coloração preta. Apresenta uma textura que varia de afírica a vitrofírica e possui estrutura maciça, contendo fenocristais máficos de clinopiroxênio oxidado. Ainda, a rocha apresenta intenso fraturamento.

praia de xaréu

A presente amostra foi extraída de uma área de praia.  A rocha possui coloração rosa, possuindo fenocristais tabulares de sanidina e, localmente, aparenta sofrer argilização. Ainda, apresenta cristais de quartzo e cristais máficos de clinopiroxênio imersos em uma matriz fina. 

O afloramento de origem da amostra pode ser visualizado na seção de geossítios.

ENGENHO SACO

A presente amostra trata-se de uma rocha piroclástica: Um ignimbrito de coloração cinza, contendo pumices, fiammes e fragmentos vítreos compactos que lhe conferem uma textura eutaxítica. Ainda,  apresenta clastos pobremente selecionados, com granulometria variando de lapilli a bloco, em duas colorações distintas: branca e preta/cinza.